
A PRÁTICA DO PERDOAR
O ser humano tem muitas dificuldades e uma delas, com certeza, é saber perdoar e pedir perdão. A prática desta grande virtude tem de ser como uma fonte que brota em abundância, e com tal força, que possa molhar de perdão nosso próximo. Mas onde encontramos essa fonte? Em nós mesmos, no fundo do nosso coração, tendo sempre a sinceridade comprovando a verdadeira compaixão que diante de Deus nos faz cristãos e possuidores de um sentimento ímpar: o da absolvição dos erros cometidos. Não existe, sob hipótese nenhuma, um perdoar sem ser sincero e que não venha do lado esquerdo do peito pulsando forte, vibrante e glorioso ao dizer: eu te perdôo! Por outro lado, quem é perdoado também se torna digno quando sabe reconhecer seu erro e, mais que isso, procura o perdão pelos seus atos, como Cristo nos ensinou. Nos dias de hoje, vivendo em condições adversas ao seu propósito de vida, é uma dádiva seguir Sua lição. O mês de agosto é também o mês dos pais, e não poderia ser diferente não relacioná-lo com esta atitude de piedade. Qual o filho não fez das suas e depois conseguiu a graça de ser perdoado? Este perdão é sagrado! A figura do pai para um filho é tudo na vida, é ele que servirá de espelho e que, no futuro próximo, moldará a conduta de comportamento daquela criança que não vai demorar a ser um homem de respeito e muita fé. Assim foi Deus para Cristo e Cristo por nós todos. Feliz do filho que respeita e obedece a seu pai porque herdará a nobreza de tê-lo como exemplo maior das virtudes: o amor paterno. Recentemente nos deparamos com um pai que lamentou e chorou o que aconteceu com seu filho, morto metralhado por policiais. Outra vítima da sociedade que vive totalmente desprovida da religião cristã e, se não fosse, certamente evitaria mais horror que dilacera os corações de todos nós. A vida mostra como é difícil o exercício do perdão e, nesse caso, perdoar alguém pela riqueza que foi tirada violentamente.
Só seremos conformados com o que ocorre em nossas vidas (mesmo um absurdo como este), se deixamos Deus agir de forma a nos dar a aceitação e a compreensão da maneira de nos relacionarmos com os acontecimentos que somos envolvidos com nossos semelhantes. Sei que é muito doloroso aceitar uma morte tão trágica de um filho, mas para Deus o inadmissível não existe, somos todos irmãos, não importando as nossas diferenças e por isso, o perdão.Refiro-me ao perdão como a forma do ser humano encontrar a paz e ter sua consciência tranqüila com Deus. De nada vai adiantar guardar mágoas, rancores, insatisfação, “sede” de justiça e sentimento de vingança a qualquer preço, que só fazem mal ao corpo e o espírito. Esse não é o cominho para a solução dos problemas, as coisas boas têm de prevalecer, mesmo no infortúnio, na cabeça e no coração de cada um. Ao aceitarmos Cristo (e neste caso, a religião é o caminho mais curto para encontrá-lo), temos a certeza de estarmos no caminho certo, pois nada para Ele é sem sentido, Ele quer a todo tempo nosso bem e nos permite que façamos nossa escolha: ao Seu lado. É preciso compartilhar deste sentimento de gostar e doar para que o perdão se torne não uma prática, mas uma necessidade de estarmos em paz a cada momento.
O ser humano tem muitas dificuldades e uma delas, com certeza, é saber perdoar e pedir perdão. A prática desta grande virtude tem de ser como uma fonte que brota em abundância, e com tal força, que possa molhar de perdão nosso próximo. Mas onde encontramos essa fonte? Em nós mesmos, no fundo do nosso coração, tendo sempre a sinceridade comprovando a verdadeira compaixão que diante de Deus nos faz cristãos e possuidores de um sentimento ímpar: o da absolvição dos erros cometidos. Não existe, sob hipótese nenhuma, um perdoar sem ser sincero e que não venha do lado esquerdo do peito pulsando forte, vibrante e glorioso ao dizer: eu te perdôo! Por outro lado, quem é perdoado também se torna digno quando sabe reconhecer seu erro e, mais que isso, procura o perdão pelos seus atos, como Cristo nos ensinou. Nos dias de hoje, vivendo em condições adversas ao seu propósito de vida, é uma dádiva seguir Sua lição. O mês de agosto é também o mês dos pais, e não poderia ser diferente não relacioná-lo com esta atitude de piedade. Qual o filho não fez das suas e depois conseguiu a graça de ser perdoado? Este perdão é sagrado! A figura do pai para um filho é tudo na vida, é ele que servirá de espelho e que, no futuro próximo, moldará a conduta de comportamento daquela criança que não vai demorar a ser um homem de respeito e muita fé. Assim foi Deus para Cristo e Cristo por nós todos. Feliz do filho que respeita e obedece a seu pai porque herdará a nobreza de tê-lo como exemplo maior das virtudes: o amor paterno. Recentemente nos deparamos com um pai que lamentou e chorou o que aconteceu com seu filho, morto metralhado por policiais. Outra vítima da sociedade que vive totalmente desprovida da religião cristã e, se não fosse, certamente evitaria mais horror que dilacera os corações de todos nós. A vida mostra como é difícil o exercício do perdão e, nesse caso, perdoar alguém pela riqueza que foi tirada violentamente.
Só seremos conformados com o que ocorre em nossas vidas (mesmo um absurdo como este), se deixamos Deus agir de forma a nos dar a aceitação e a compreensão da maneira de nos relacionarmos com os acontecimentos que somos envolvidos com nossos semelhantes. Sei que é muito doloroso aceitar uma morte tão trágica de um filho, mas para Deus o inadmissível não existe, somos todos irmãos, não importando as nossas diferenças e por isso, o perdão.Refiro-me ao perdão como a forma do ser humano encontrar a paz e ter sua consciência tranqüila com Deus. De nada vai adiantar guardar mágoas, rancores, insatisfação, “sede” de justiça e sentimento de vingança a qualquer preço, que só fazem mal ao corpo e o espírito. Esse não é o cominho para a solução dos problemas, as coisas boas têm de prevalecer, mesmo no infortúnio, na cabeça e no coração de cada um. Ao aceitarmos Cristo (e neste caso, a religião é o caminho mais curto para encontrá-lo), temos a certeza de estarmos no caminho certo, pois nada para Ele é sem sentido, Ele quer a todo tempo nosso bem e nos permite que façamos nossa escolha: ao Seu lado. É preciso compartilhar deste sentimento de gostar e doar para que o perdão se torne não uma prática, mas uma necessidade de estarmos em paz a cada momento.
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