sexta-feira, 3 de julho de 2009

ED. 23 ABRIL BIMESTRAL AO FECHAR DA REDAÇÃO


ESPORTE CLUBE VITÓRIA, UM TIME VENCEDOR
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Acompanhei de perto a campanha do meu time e apesar dos contratempos no campeonato, o Vitória chegou lá. Somos tri-campeão (2007, 2008 e 2009) e também tivemos o gostinho de ganharmos o título desse ano em cima do nosso maior rival: o Bahia ou Baêêêa como clama seus torcedores mais apaixonados. O super-homem está cansado de não termais poderes com o “Leão” e por isso aparece assim, todo quebrado já a muito tempo.
Tivemos no decorrer do campeonato acontecimentos que mexeram na estrutura do time. Neste caso, as contratações de quatro técnicos (de Vagner Mancini ao último, Paulo César Carpegiani) com suas estratégias em campo, além dos jogadores que chegaram para somar ao time, como no caso de Ramon, Neto Baiano, Apodi e Carlos Alberto. Assim o Vitória ganhou uma nova cara, um novo fôlego para seguir firme no seu objetivo de vencedor de muitas conquistas, para alegria dos torcedores rubro-negros e a minha, um “padre-torcedor” sem culpa, preconceito e nem vergonha por torcer pelo meu querido Vitória.
Não cheguei a ir ao Barradão por causa da chuva e pelo conforto de assistir o jogo em casa, graças a Deus. Dessa forma, podemos torcer sem estar envolvido em confusão nenhuma e por sinal, no estádio não faltou. Jogadores deram um mau exemplo de comportamento e playfair (jogo limpo), diante das suas torcidas que desejavam apenas ver seu time sagra-se campeão. Infelizmente um campeão fruto de uma rivalidade chamada Ba-Vi.
Quem me conhece sabe que eu adoro o Vitória, time que adotei de coração por ser paulista e por isso mesmo gosto de fazer a festa, tremular minha bandeira rubro-negra vendo os torcedores gritarem a palavra de incentivo “nêêêgooo” num ataque do time ou no grande momento do futebol: o gol! Saltando a voz seja onde for, pelo rádio, TV ou no Barradão. Ainda mais, sendo outro título sobre o Bahia conquistado dentro de casa. Tem um sabor especial. Algo assim como um bom bolo de cenoura. É algo divino...!
Resta ao Bahia o nosso agradecimento, por saber valorizar o título do meu Vitória. Desejamos ao Baêêêa fazer bem o dever de casa na série B, para colocar o futebol baiano novamente em destaque no cenário nacional. O Vitória espera que a torcida “Bamor” (maior torcida organizada do tricolor de aço) possa levá-lo a classificação da série A, para que em 2010 o Esporte Clube Bahia retribua com alegria, felicidade e principalmente títulos, que sua torcida sempre acostumada a eles, vive ultimamente em total escassez, sedenta por uma alegria. Já são oito anos sem o gosto de gritar “é campeão”. É muito para um time tradicional e de grande torcida.
Não há como negar, mas o nosso Vitória faz jus ao nome, é um time vencedor e merece de ver reverenciado como o melhor time baiano. Sou o paulistano um “paulista-baiano” feliz por ter acertado no time de adoção. Desejo que na Copa Brasil o meu Vitória passe pelo competente time do Vasco da Gama e no campeonato Brasileiro 2009 comece com o pé direito contra o perigoso Atlético Paranaense. Deus nos proteja e nos ajude nos jogos.
Gostaria de explicar que o padre é padre e o torcedor é torcedor. Estejam certos disso!
E mais uma vez (terceira vez seguida) parabéns a Ivete Sangalo, a Daniela Mercury, Tatau, João Ubaldo Ribeiro, Monsenhor Sadok entre outros tantos torcedores ilustres e ao meu Esporte Clube Vitória!

EDIÇÃO 23 - ABRIL - BIMESTRAL


O NOSSO JORNAL
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É com imenso pesar que o nosso jornal deixou de ser mensal para ser bimestral, objetivando também reduzir custo. Sei da importância do jornal como condutor do caminho da evangelização, mas a verdade é que com a freqüente saída dos anunciantes fica difícil lançar uma edição por mês. Como honrar nossos compromissos sem receita suficiente?
No jornal bimestral edição 22 (fevereiro e março) fiz questão de agradecer cada um dos anunciantes, pois sei do peso da responsabilidade de um manter o jornal “A VOZ DE TODOS” presente na vida daqueles que fazem desse informativo um fonte difusora dos ensinamentos cristões. Aqueles que gostam de ler e fazem dele um sentido de ver a vida, estão sentindo falta das palavras e também de algumas colunas, como o “Minuto do dízimo”, “A voz da vida”, “Cartilha cristã” entre outras. O que é uma pena, infelizmente.
O Leon quando escreve sobre a questão de manter as propagandas no nosso jornal com seus artigos no nosso classificado – “Procure e Ache” está mostrando como futuro publicitário, a forma correta de agir para termos retorno com os anúncios publicados. Não vai adiantar nada achar que na primeira publicação vão aparecer dezenas de clientes na porta do seu estabelecimento. Se você não continuar anunciando, perderá o sentido de ser visto para aí sim acontecer bons negócios.
Outra coisa a salientar é que os anúncios do jornal buscam em primeiro lugar, ajudar na evangelização. Ou seja, possibilitar que ele seja publicado para as pessoas conhecerem melhor as palavras de Cristo. Configurando-se num caráter de responsabilidade social. Se o anúncio tem um cunho comercial, é um valor agregado a esta proposta. Nos tempos de hoje evangelizar significa manter vivo o sentido cristão para deixar bem longe o perigo iminente do mundo violento e suas conseqüências para com a sociedade.
Se continuar nessa situação estaremos fadados a deixar de publicá-lo (o que não queremos e não podemos deixar que aconteça), ou então, teremos de aumentar o preço dos anúncios, para suprir essa deficiência de receita e anunciantes. Faço o convite a todos que retornem e/ou permanecem com seus anúncios para continuarmos a nossa missão de evangelizar pelo jornal, que é de suma importância nas relações de todas as pessoas.